Bienvenues!

sur la page de Terra Brasilis, le groupe de soutien de Denise et Pascal et leur travail avec les indiens au Brésil. Informez-vous, participez, divulguez, appuyez, soutenez-nous!

Bulletins d'information

    Ajoutez à vos signets:

     
     
     
     
    Nous avons 23 invités en ligne

     

     

     

    facebook

    Membres



    PDF Imprimer Envoyer
    Informations - Secoya Info

    Secoya Info No 0
    Sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

    Os Yanomami

    Os Yanomami são semi-nómades, eles vivem na aldeia principal e migram uma vez por ano para uma residência secundária. As vezes tem várias residências secundárias. Infelizmente tem hoje grupos que abandonaram este hábito por causa das missões e outras “vantagens” da civilização. Isso cria novos problemas como a subnutrição das crianças e problemas de saúde ligadas à proximidade dos rios e da civilização. Os Yanomami de Ixima são um exemplo disso: desde 2000 ficaram na aldeia principal às margens do rio Marauiá, perto da missão salesiana e do posto de saúde da Secoya. As colheitas diminuíram, e eles tiverem que aumentar as visitas aos familiares em outras aldeias para alimentar-se. Há algum tempo, a Secoya tenta convencê-los a retomar o velho hábito, e finalmente conseguiu nesta semana: os Yanomami de Ixima prepararam as plantações e partiram para a selva rumo a uma nova aldeia. Eles vão construir um novo xapono, a casa comunitária, e vão ficar alguns meses, antes de voltar à aldeia principal para a colheita. Assim conseguem se alimentar melhor e diminuir as doenças. A Secoya reconhece a sua responsabilidade e está feliz com esta pequena vitória.      

    A Secoya

    O coordenador da Secoya, Silvio Cavuscens, viajou na quarta-feira a Brasília para negociar com o governo federal. A questão mais importante é uma ação do Ministério do Trabalho (MT) contra o Ministério da Saúde (MS) e a Fundação Nacional de Saúde ( Funasa). O MT alega que os convênios da FUNASA com organizações como a Secoya são ilegais no que diz à respeito dos contratos com os profissionais de saúde. A alegação parece justa, mas a ação do MT bloqueia os convênios mais importantes da FUNASA, entre eles o convênio com a Secoya sobre a saúde do povo Yanomami. Na próxima terça-feira o Silvio vai participar junto com vários lideranças indígenas de uma reunião no MT. Nós desejamos a eles muita sorte e sucesso!
    A outra questão é ligada ao novo convênio da Secoya com a FUNASA sobre a saúde do povo Yanomami do estado de Roraima. Para facilitar a administração, a FUNASA vinculou este convênio ao existente da Secoya para os Yanomami do estado de Amazonas. Com o resultado, que os problemas administrativos do novo convênio bloqueiam desde outubro 2007 o pagamento da Secoya pela FUNASA. São mais que um milhão de reais que faltam para pagar os funcionários, gasolina para os barcos, remédios etc. Com algumas ações mágicas da administração a Secoya conseguiu terminar o ano 2007 sem maiores transtornos, mas a partir do começo deste ano ninguém recebeu o salário, e o trabalho pode parar a qualquer momento.

    E-Changer

    Faz sete dias que eu cheguei a Manaus, e hoje vou completar a minha primeira semana de trabalho na Secoya. Eu fui recebido muito calorosamente e o pessoal parece contente da minha presença. Comecei a conhecer os meus novos colaboradores e o seu trabalho, e a fazer o inventário       dos recursos de informática. Já tem muitas idéias e projetos, e tenho certeza, que não vai faltar trabalho.  
    Porém, o que está me faltando é uma blusa de frio para agüentar o ar condicionado do escritório. Mesmo quando não está muito quente, este tem que ficar ligado por causa da umidade e dos mosquitos.
    No momento ainda estou hospedado na casa do Silvio, onde todo mundo dá risadas porque estou dormindo debaixo de um mosqueteiro na sala. Mas é o único jeito eficiente que me garante algumas horas de sono tranqüilo. Até que vou conseguir a viver igual aos amazonenses em simbiose harmónica com os mosquitos.   

    A festa dos Yanomami (parte 1)

    Reahu të ã:
    Awei inaha yama k reahumou kuaa.
    Hapa ai yama k noma tëhë, yama k k pruka, ai të pë ã piyëkou, hekura të pë yahatuaprahe. Të pë kãi wahëprahe. Yama k pruka yai huxuo no motahaa, ai xapono yama pë kãi ymkama.   h tëhë, kama maxi pë kãi kõpei tëhë, ka yama wakë taa xoao, yama të no prewë ha pauxiprarn yama të yapei.
    h tëhë, yama të u pë toai xoao, torarini yorehi si ha yama të u pë yorehi si kea xoao.
    h tëhë, suwë a kuo tëhë, heãrop iha yama u pë yorehi si hipëa xoao.
    Pata të pën kurata pë wãrii xoaohe ai të pë iham, wãisip të no ha tetern yama pë yauama xoao.
    Yama k ha yaumakn, yama k heniyomou  huu xoao, urihi ham; h tëhë ai mantom yama të    kp xima, ai a xapono ham. h tëhë suwë pë kã amoamou, huya pë kãi amoamou, yama k kãi praa hëo, heniyom pë no kuo tëhë, xereka, sipara, h yama të pë kãi praa.

    É assim que fazemos a festa:
    No início, quando um de nós morre, todos nós choramos, outros falam chorando, extrapolando o assunto da morte, xingam os pajés, desejando a morte deles. Nós estamos todos muito zangados, avisamos outras comunidades. A partir daí, os parentes de outras comunidades chegam e fazemos logo a fogueira. Depois de enfeitar o coitadinho do finado, a gente o crema.
    Nesse momento, recolhemos logo os ossos (queimados), colocamos dentro do paneiro. Nesse momento, se se trata de uma mulher, entregamos o paneiro de ossos queimados para o esposo.
    Os líderes perguntam logo aos outros acerca das bananas; depois de alguns dias, as penduramos logo. Depois de pendurá-las, vamos logo de caçada coletiva à mata. Nesse momento, mandamos dois mensageiros na outra comunidade. Durante esse tempo as mulheres cantam, os rapazes também cantam, ficamos dançando, na ausência dos caçadores, dançamos com flecha ou terçado na mão.
    (Relatório do VII Curso de Formação dos Professores Yanomami, novembro de 2007)

    Os Índios do Brasil

    Nos dias 13 e 14 de fevereiro, indígenas de todas as regiões do Brasil participaram de um seminário em Brasília sobre a Declaração Universal das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas, adotada pela Assembléia Geral da ONU no ano passado. Na declaração final do seminário, a “Carta de Brasília”, eles exigem que o governo brasileiro crie as condições para a implementação do conteúdo da Declaração da ONU e a integração dela na legislação brasileira. Eles confirmam o compromisso de ampliar a divulgação e discussão da Declaração junto às suas bases.
    O seminário terminou com uma afronta do governo federal que não compareceu na mesa de debate sobre o seu Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). As obras de infraestrutura previstas neste programa vão ter um impacto nas áreas indígenas.
    (http://www.coiab.com.br/coiab.php?dest=show&back=index&id=21&tipo=N )

    O Amazonas na mídia

    Na semana passada 140 agentes do Ministério do Meio Ambiente controlaram 130 serrarias da cidade de Tailandia (45.000 habitantes) no estado do Pará. Eles acharam 15.000m3 de madeira ilegalmente cortada. Uma semana depois voltaram para retirar a madeira, mas os proprietários das serrarias mobilizaram a população contra os agentes. Perante as manifestações violentas, os agentes tiveram que retirar-se sob proteção da polícia militar. Os proprietários alegam que a operação do governo fecharia as serrarias e deixaria 2.000 pessoas sem trabalho. Mas o Ministério do Meio Ambiente prometeu voltar à cidade.
    (Jornais de Manaus; a seguir ...)

     

    Nos amis

    Bannière
    Bannière
    Bannière
    Bannière
    Bannière
    Bannière
    Bannière

    Publicité

    Partagez TB!

    Ajoutez à: JBookmarks Ajoutez à: Facebook Ajoutez à: Mr. Wong Ajoutez à: Windows Live Ajoutez à: Ximmy Ajoutez à: Bookmarks.cc Ajoutez à: Digg Ajoutez à: Del.icoi.us Ajoutez à: Reddit Ajoutez à: Jumptags Ajoutez à: StumbleUpon Ajoutez à: Slashdot Ajoutez à: Yahoo Ajoutez à: Blogmarks Ajoutez à: Diigo Ajoutez à: Technorati Ajoutez à: Folkd Ajoutez à: Spurl Ajoutez à: Google Ajoutez à: Blinklist Information

    Faites un don!

    Nos membres au Brésil

    Pascal

    Pascal : "Les Peuples autochtones sont notre passé et notre future"

    Pascal est né à Bâle, où il a étudié l'ethnologie. Il a travaillé entre 1998 et 2010 comme coopér-acteur avec E-Changer au Brésil. Le premier projet était avec le Mouvement des Paysans Sans Terre (MST). Pendant huit ans il accompagnait la construction du secteur national de l'informatique et l'inclusion numérique. Entre 2008 et 2010, Pascal a travaillé avec la Secoya - Service et Coopération avec le Peuple Yanomami - à Manaus. Actuellement il vit à Brasília, la capitale du Brésil.

     

    Lire la suite...

    Nos partenaires

    Cimi

    Cimi : Conseil Indigeniste Missionnaire 

    Le Conseil Indigéniste Missionnaire, le Cimi, est apparu en 1972, quand peu de gens croyaient à la possibilité des peuples indigènes d’avoir un futur propre à eux, que non sa disparition ou bien son accaparement par la « société nationale ». Un groupe de missionnaires a fait l’ « option pour les peuples indigènes », en proposant la rupture avec le modèle de développement en cours à travers une action pastorale spécifique, intégrale et articulée – le Cimi. Jusqu’à présent le Cimi travaille côte à côte avec les peuples indigènes à fin de soutenir la continuité de leurs projets de vie.

    Visitez le Cimi au Brésil.